Esta é parte da história

Sentados: Jahnis (João) e Lisete Purim.
Em pé os filhos: Olga, Artur/Otto, Reynaldo e Lúcia.

Meus bisavós Jahnis (João) Purens e Lisete Rose (os dois sentados na foto) vieram da Letônia para o Brasil em 1892 e fixaram-se com outras famílias letas1 no município de Orleans, em Santa Catarina. Ali, ao longo do Rio Novo e aos pés da serra de São Joaquim, os imigrantes letos fundaram sua colônia e organizaram aquela que seria uma das primeiras igrejas batistas em solo brasileiro.

Ali, na Colônia Leta do Rio Novo, meu pai nasceu em 1933 (de meu vô Artur, o segundo em pé na foto, e minha vó Vergínia, que morreu em dezembro do ano passado); ali meu pai viveu até 1953.

Ninguém que viu os verdadeiros primórdios do Rio Novo está vivo para contar a história, mas para quem está disposto a ouvir resta o mais inusitado e rico dos testemunhos.

A história começa (como costuma acontecer) com um filho que sai de casa. Em 1917 meu tio-avô Reynaldo Purim (o terceiro em pé na foto), tio do meu pai, deixou o Rio Novo para estudar no Seminário Batista do Rio de Janeiro. Mais tarde ele se tornaria pastor, doutor e se provaria o grande intelectual (solteirão) da família, mas esta é outra história. De especial interesse para a reconstituição da história da Colônia está em que, durante décadas, meu tio Reynaldo (o métodico, o obsessivo — graças a Deus) arquivou as cartas que lhe mandavam, do Rio Novo para o Rio de Janeiro, os familiares e amigos que deixara para trás na Colônia.

Há anos meu pai, V. A. Purim, (nem tão métodico, mas igualmente obsessivo) vem trabalhando para resgatar do esquecimento esse material, convicto do indizível valor do que tem para contar. Não é um trabalho fácil, porque se tratam de cartas em sua maior parte manuscritas, em sua maior parte em língua leta, escritas por diversos personagens com estilos próprios, em suas próprias caligrafias, ao longo de um período de décadas. Meu pai as traduz uma a uma, em ordem cronológica, e a partir de sua própria experiência na Colônia insere indispensáveis notas de rodapé.

As cartas contam, ao filho perdido do Rio Novo vivendo no Rio de Janeiro, sobre as novidades da Colônia: as festas da igreja, as rivalidades entre diferentes facções, as dificuldades com a colheita, os avanços e frustrações do trabalho missionário, o estado de noivados, namoros e casamentos, as controvérsias entre famílias e interpretações bíblicas, a convivência com serranos, orleanenses e italianos, registros de conversões, partidas, chegadas, batismos, divisões, embriaguezas, lutas, incêndios, enchentes, nascimentos e mortes.

Estamos falando de um monumento à amizade e ao amor fraternal; falamos de gente que, depois de trabalhar o dia inteiro dobrado sob as exigências da lavoura, encontrava tempo para, na luz nada generosa do lampião, escrever cartas longas e frequentes ao mesmo Reynaldo — seu amigo ou familiar distante.

Para começar a apresentar este trabalho ao público, meu pai e eu abrimos juntos esta página. A fim de elucidar uma parte da história da Colônia Leta do Rio Novo, este blog apresenta basicamente dois tipos de conteúdo: fotos e cartas. Para ver apenas as fotos, clique aqui; para ver apenas as cartas, clique aqui.

Para conhecer as maneiras mais fáceis de acompanhar as atualizações deste blog, clique aqui.

Paulo Brabo, 2009
www.baciadasalmas.com

* * *

1. A forma aceita em português para “nascido na Letônia ou referente à Letônia” é letão (feminino letã). Os próprios descendentes de letões no Brasil preferem, no entanto, as soluções leto/leta, letonês/letonesa ou ainda letoniano/letoniana. Assim, língua leta, culinária letonesa.

50 comments on “Esta é parte da história

  1. Samara Sparkman diz:

    Adorei o seu website! Sempre passava as ferias em Orleans com minha avo’ quando eram pequena. Minha mae nasceu la’. Conheci bem a Igreja Batista de Orleans. Que saudade!!!

    • V. A. Purim diz:

      Samara>
      Obrigado pelas palavras de apreciação.
      Gostaria de saber quem era esta sua avó simpática.
      Neste ano a Igreja Batista de Orleans fez 70 anos com Festividades e Graças a Deus pela sua existência.
      Um Abraço
      V.A.Purim

  2. VALFREDO E. PURIM diz:

    Paulo + Viganth Arvido. Estou encantado com o Blog dos letos da colonia de Rio Novo onde nsci e viví até aos 25 anos, + ou -. Parabéns pela iniciativa. Estou mais ou menos na metade da tradução das atas (protokolus)da Igreja Batista Leta de Rio Novo e Rio Carlota,durante o período de 1892 até 1904, espero terminar ainda este ano, tradução bastante difícil dada a grafia e o letão, costumes e outras características daqueles tempos difíceis. Acredito que contribuirá para a história dos batistas brasileiros onde os batistas letos tem pouca ou quase nehuma referencia. Parabéns pelo belo e eficiente trabalho!

    • Ney Steckert diz:

      Caro Valfredo Purin,
      Sendo tb um descendente de letos, tenho preservado comigo muitas fotos e documentos dos antigos letos de Rio Novo. Entre essas fotos tenho uma da Igreja Batista de Rio Novo.
      Gostaria de tomar conhecimento e ter acesso às tais atas aquando do seu término e aproveito a oportunidade para deixar meus parabéns pela iniciativa.
      com meus cumprimentos,
      Ney Steckert

  3. Pr. Jacob Miguel Klawa diz:

    Fiquei muito contente em ler as notícias. Ouvi bastante no 61º. Congresso Batista Leto em Curitiba,dias 09,10 e 11 de julho 2010

    Sou neto de Jacó Klawa, fundador da Igreja em Mãe Luzia, gostaria de ter mais informações dos ansestrais.
    Creio que eles chegarm em 1890.

    Filhos de meu avô , foram três pastores , João , Eduardo e Alfredo, somos vários netos pastores , missionários e esposa de pastores.

    • V. A. Purim diz:

      Olá Pastor Jacob Miguel Klawa.
      Obrigado pelas palavras amáveis.
      Sobre a história da Família Klawa tenho muito pouco poque eles eram de Mãe Luzia.
      Prometo que ao esbarar em assunto que interessa avisarei em seguida.
      O próximo Congresso dos Batistas Letos será em Nova Odessa.
      Com a graça de Deus vamos nos encontrar lá.
      Abraço.
      V.A.Purim

  4. Sérgio Augusto Chiesa diz:

    Olá tudo bem….sou scendente de italianos e nasci em Lajeado/RS breve estarei indo morar em S. Joaquim…..sou amante de culturas e quero parabenizar por esta pg e por seu antepassados …..muito bom…..gostaria de manter contato!
    Obrigado

    • V. A. Purim diz:

      Olá Sérgio Alberto Chiesa!
      Obrigado pelas palavras de incentivo para com o nosso trabalho.
      Gostaria que o amigo também buscasse saber mais dos verdadeiros heróis, seus avós que enfrentaram um pais desconhecido, uma mata virgem e tudo difícil para agora nós termos uma chance de uma vida mais tranqüila.
      Mas a luta continua!!!
      Abraço
      V.A.Purim

  5. A Batista Central era a III Igreja Batista de Nova Odessa.
    Meu avô Antonio Mauerberg, casado com Karoline Leege Mauerberg, vieram de Odessa, mais ou menos em 1.900 para
    Santa Catarina, para trabalhar na agricultura, e, depois para Nova Odessa, para trabalhar na colonização dessa região e em 1922, estabeleceu a Oficina de Carpintaria e Marcenaria Mauerberg e seu irmão, Ernesto uma oficina de de arados e implementos.
    P.S.desculpe se fui prolixo.
    Abraço…….Edson

    • V. A. Purim diz:

      Alô Edson Mauerberg.
      Precisaria de mais informações prá começar a busca.
      Mande um e mail com todas informações possíveis como de onde ele veio,onde ele morou etc.
      Vamos ter que procurar.
      Aquele abraço.
      V.A.Purim
      vapurim@aonda.com.br

  6. Pr. Jacob Miguel Klawa diz:

    Pois é continuo querendo saber mais notícias dos Klawas ( Klavas) de Mãe Luzia, região de Orleans SC.
    SE alguém tiver algo ficarei grato.

    Um abraço.

    • V. A. Purim diz:

      Estou trabalhando para obter uma panorâmica da família Klawa de Mãe Luzia. Eles viviam muito em Rio Novo. Mas a base deles sempre foi Mãe Luzia. Aguardem.

  7. Olá, Paulo!

    Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pelo blog!

    Sou acadêmica do Curso de Museologia do UNIBAVE, em Orleans, e estou fazendo uma pesquisa sobre a diversidade religiosa na Colônia Grão Pará, a partir de 1882. Encontrei em seu blog relatos sobre a fundação da Igreja Batista na região, e gostaria de saber se você teria mais informações sobre essa fundação (referências bibliográficas, fotográficas etc).

    Obrigada!

    • V. A. Purim diz:

      Olá Sheyla.
      Aqui é o pai do Paulo. Sou a pessoa que faz as traduções e outras tarefas difíceis.
      Fico feliz com uma jovem inteligente e estudiosa que também busca resgatar a história de nossos ancestrais. No entanto não poderia prometer adiantar nenhum trabalho sobre algum item especifico que ainda não esteja no Blog. Agora se depender de alguma dúvida ou esclarecimento adicional sobre as partes já publicadas volte por favor.
      Abraços
      V.A.Purim

  8. leonardo diz:

    Olá,

    Parabéns pelo blog. É sem dúvida uma valiosa ferramenta de pesquisa.

    Estou realizando um trabalho para o curso de História, pela UFSC, justamente sobre a viagem de emigração leta para Santa Catarina, e gostaria de saber se tenho sua autorização para utilizar alguns textos e fotos em minha pesquisa, com os devidos créditos.

    Muito obrigado.

    Leonardo de Souza

    • V. A. Purim diz:

      Obrigado pelas palavras amáveis em relação ao nosso trabalho. E realmente dá muito trabalho para traduzir longas cartas e outros artigos. Pode usar o material para as suas necessidades escolares, contando apenas que não serem para fins comerciais.
      Aquele abraço.
      V.A.Purim

  9. Rosana diz:

    Olá V.A. Purim, pesquisando fotos sobre Orleans achei esse blog maravilhoso, quero encorajá-lo a continuar esse trabalho, trazendo a memória da colônia e também restaurando a mémoria da Igreja Batista no Brasil. Sou paulista e estive em Orleans várias vezes, meu amigo Alfredo Karklis tem um sitio no Rio Novo ao lado da antiga igreja Batista. Lugar lindo! Quando voltar a Orleans gostaria de conhecer vc e sua família. Forte abraço e parabéns pelo blog. Pra Rosana

    • V. A. Purim diz:

      Olá Pra. Rosana.
      Muito obrigado pelas palavras amáveis em relação do nosso trabalho.
      Quanto ao encontro em Orleans poderá ser muito improvável uma vez que nossa família transferiu-se para a região de Curitiba no Paraná.
      O meu endereço é vapurim@onda.com.br
      Aquele abraço e que deus a abençoe e guarde.

  10. KARLA diz:

    eu gostaria de saber se alguem sabe da historia de alfredo fernandes Italiano meu pai se chamava Joao Fernandes Borges sei o nome da mae dele era Maria Borges gostaria de saber a historia deles pois nunca ninguem da minha familia conheceu a familia do meu pai nem mesmo a minha mae ouviu falar deles , sei que meu pai nasceu em Orleans em 03/02/1939 se alguem souber de algo por favor aguardo retorno

    • V. A. Purim diz:

      Olá Karla. Passei a sua mensagem para uma pessoa amiga que mora em Orleans e tem grande relacionamento para ver se ela consegue algo.
      Aqui no Blog estamos sempre as ordens.

    • V. A. Purim diz:

      …Complementando a mensagem anterior:
      Senhor Purim,

      Aqui em Orleans conheço poucos da família Borges. Conheci o senhor Ladislau Borges que era conhecido como Lauro Flausino que foi casado com a Da. Fridinha, acredito que você conheceu. Dos filhos da Da. Fridinha mora aqui em Orleans o Jessé Borges os demais moram em outras cidades. Vou pesquisar se descobrir alguma outra informação comunico.

      Boa Noite

      Teka

  11. Crislaine Esteve diz:

    bom dia minha mãe é filha de elza zaneripi e werner grikis que vcs tem uma foto do casamento deles, sou nesta deles, gastamos muito de ver a foto do casamento deles pois não tínhamos nenhuma foto do casamento, nos temos uma foto com eles e todos os seus filhos se interessar para vcs posso estar enviando! obrigada Crislaine Esteve

  12. conceiçao borges de oliveira diz:

    nos ajudem a encontrar a familia borges maria borges e alfredo fernandes meus avos,meu pai joao fernandes borges.

  13. Valfredo E. Purim diz:

    Puxa!! Que bom que alguem teve a inicaitiva e a coragem em rebuscar história do Rio Novo e também a repercussão do Blog peço desculpas pela demora em terminar a tradução do primeiro livro de atas da Igreja Batistra do Rio Novo e Rio Carlota que está na minha responsabilidade, estou mais ou meno na metade, tenho tido diveresas impedi, mento que atrazaram a incumbencia e também a dificuladade com a linguagem visto que as condições e época que foi escrito difere muito da atualidade, mas mesmo assim será um roteiro para os estudiosos e amantes da história de um grupo de imigrantes que deixaram sua terra natal desconhecendo totalmente o destino que os aguardava e mesmo asssim suprararam as dificuldades de clima, lingua. costumes e sem esquecer a culinária da nova terra. V.E. Purim..

  14. Pr. Jacob Miguel Klawa diz:

    Gostaria de saber mais de meu avós :Jacob e Eugênia KLAWA. Sei que ele era um dos lideres da Igreja na região de Rio Novo e Mãe Luzia. Foi o representante numa Convenção e Paranaguá.Teve 03- filhos pastores João, Eduardo e por ultimo Alfredo.

  15. V. A. Purim diz:

    Alô Pastor Jacob Miguel. O seu parente aqui de Curitiba o Reinaldo Klawa está preparando um trabalho onde possamos visualizar a Família Klawa ou Klava. Aguarde

  16. Karla diz:

    Obrigada! Ladislau Borges era um dos nomes que meu pai citou como irmao dele outro nome era Vicente e também Alcides. Aguardo informaçoes.
    obrigada
    karla

  17. Beatriz Silke Rose diz:

    Caros Paulo e Viganth, qual não foi minha surpresa e alegria ao descobrir o seu blog. Nunca vou esquecer a profunda felicidade que deram ao meu pai, Victor Gerhart Rose (filho de Ludwig Rose e Magdalena Rose, nascida Eggers, ela de Blumenau/SC), ao descobri-lo em SP, ao lhe dar uma família, já que ele perdeu o pai tão cedo e com isto, os vínculos.
    Gostaria de aproveitar esta “descoberta” deliciosa para reativar nossa troca de notícias. O silêncio do lado de cá seguramente nunca foi falta de interessante, mas antes consequência do atropelo de uma megalópole. Acabo de fazer a assustadora constatação que nossa última visita foi há uns 6-7 anos!!!!
    Estou curiosa e ansiosa para ler o tesouro que vocês compilaram. Já descobri algumas menções ao meu avô…
    Abraços carinhosos e fraternos de Waldtraut U. E. Rose e Beatriz Silke Rose a todos os Purins que nos acolheram de forma tão calorosa.

    • V. A. Purim diz:

      Subject: Saudades!

      Olá Beatriz jovem e linda!!

      Ficamos muito satisfeitos com suas palavras amáveis em relação ao nosso grande amigo Victor.

      Foi uma grande satisfação termos descoberto esta pessoa maravilhosa, bem como toda família na pessoa de Dª Waltraut e a princesa Beatriz.

      Fala para Dª Waldtraut contar a versão dela do nosso primeiro contato. Ela deve ter pensado que eu fosse um bandido ou um cara meio com os parafusos soltos.

      Gostaríamos que você também abrisse um blog “Família Rose” para contar as peripécias do seu avô e bisavô incluindo toda sua família.

      Sobre a reativação de nossos contatos esperamos você e Dª Waldtraut para passar uns dias aqui no sertão do Paraná para podermos conversar e relembrar as viagens que fizemos junto com o Victor e quem sabe fazer mais algumas.

      Você percebeu que eu demorei a responder a sua mensagem e não foi porque ela não fosse importante, mas devido à necessidade de alimentar o blog a gente tem que correr.

      Sei que você é uma pessoa muito ocupada, mas seria interessante fazer uma série de anotações em ordem cronológica sobre a menção no blog de seu bisavô, seu avô e seu pai.

      Também passei a sua mensagem para os demais Purins que conheceram o Victor para que eles fiquem sabendo do seu interesse de manter contato com todos daqui.

      Abraços carinhosos e fraternos de todos nós e da Edith especialmente para a Dª Waldtraut e para você.

      Aquele nosso grande abraço de seu amigo e admirador.

      Viganth Arvido Purim

      PS – Você tem algum contato com os filhos daquele irmão do Vitor??

  18. Beatriz Silke Rose diz:

    Caro Viganth,

    A resposta acabou demorando, mas lá vai. A mamãe sempre conta a história daquele telefonema. No mínimo, uma situação inusitada! E que desfecho feliz!

    Uma viagem para Curitiba não é mais viável, mas quem sabe vocês nos visitam aqui, nesta loucura que é SP? A Lili conhece o caminho…!

    Não disponho de informações suficientes para um blog. Meu avô Ludwig morreu quando meu pai tinha 6.5 anos de idade. Dele ficaram pouquíssimas informações. E do meu bisavô Jekabs Rose eu só sei o que vocês nos contaram.

    Mas posso acrescentar informações que dizem respeito à geração do meu pai e tio, ambos filhos do Ludwig Rose. Vi, por exemplo, que na carta em que comunicam a morte do meu avô ao Reynaldo há algumas informações desencontradas. Vou inseri-las como comentários, se vocês permitirem.

    Você pergunta se tenho contato com os filhos do tio Rolf. Foi uma enorme alegria quando há algumas semanas o filho mais novo dele, Marcos Rose, me “achou” via Facebook. Eu o procurei por anos, mas sem sucesso. Vou passar o contato para ele também, quem sabe ele pode “alimentar” com informações do lado deles. O tio Rolf faleceu quando eu tinha 11 anos, portanto minhas lembranças não são nítidas. Só ficou a lembrança do coração, do amor que eu tinha (e nunca deixei de ter) pelo meu padrinho.

    Um abraço fraterno de Waldtraut U. E. e Beatriz Silke Rose.

  19. ola boa noite. sou Emerson sou motorista carreteiro que gosta da leitura de livros em geral. bom li em uma revista que Juscelino kubstchek quando de seu acidente fatal na dutra em 1976 o opala em que o mesmo viajava atrvessou a pista e entrou em baixo de carreta conduzida por ladislau borges . so para sanar uma curiosidade ele ainda vive?

    • V. A. Purim diz:

      Ola´amigo Émerson Prates. Falei com um primo meu que foi vizinho de Lau lá em Orleans e a informação é que ele já morreu e assassinado. Parece um caso de queima de arquivo. Muito complicado.
      Disponha do nosso Blog
      vapurim@onda.com.br

  20. obrigado pela informaçao amigo purim. Fico consternado pela pessoa que em tempos diferentes foi um colega de estrada que vinha sacrificando um domingo em nome do seu sustento e da sua familia como tantos domingos feriados aniversarios e natais que eu tambem tive que sacrificar em nome dos meus. Que deus o tenha apesar de nao o ter conhecido pelo que consta foi um grande profissional e mais um brasileiro que lutou por tudo isso que se chama patria amada brasil.

  21. Ana Carolina Oselame diz:

    Ola! esta semana aqui em Urubici teve a festa da minha família Feldberg imigrantes letos que vieram pra SC, devido a essa festa, que foi a primeira em comemoração aos Feldbergs letos me despertou o interesse em buscar informações… gostaria de saber se vc não sabe nada sobre os Feldbergs … minha avó se chama Lice Feldberg, filha de Ricardo Feldberg, filho de Frederico Feldberg … obg.

    • V. A. Purim diz:

      Olá Ana Carolina. Foi bom você começar a se interessar pelas suas raízes. No Livro de Registros da Igreja Batista Leta de Rio Novo encontrei a anotação de uma família Felsberg que chegou lá em 1891.
      São os seguintes:
      Evald Felsberg. Deve ser o marido
      Late Felsberg . Deve ser a Esposa
      Ernast Felsberg. Pode ser filho
      Fritz Felsberg . Acho que deve ser filho
      Matis Felsberg . Filho
      Em 1909 há um registro de Batismo de Olga Felsberg.
      Em 1922 existe um outro Registro de Batismo do Harijs Feldberg.
      Em 1930 há um registro de entrada de um membro com carta demissória de outra Igreja com o nome de Rudolphs Feldbergs.
      Em 1930 saiu da Igreja com carta demissória para a de Urubici Augusto Feldberg ,Elvira e Anlise.
      Em 1962 constam novamente os nomes de Rodolfo Felberg e Erta B. Felberg.
      Em 24 de junho de 1893 consta o nascimento de Gustaps Felbergis, filho de Evald e Latte.
      Em 17 de janeiro de 1899 consta o registro de nascimento de August Felsberg filho de Ernesto e Anlise Felsberg.
      Em 16 de agosto de 1900 nasceu Rudolph Feldberg filho de Ernesto e Anlise Felsberg.
      Em 06 de março de 1910 nasceu Karlis, filho de Matiss e Marta Felberg.
      Vou parar por aqui porque acho suficiente para você começar a sua pesquisa minha jovem Ana.

  22. Carlos Eduardo da Silva Nunes diz:

    “Ola´amigo Émerson Prates. Falei com um primo meu que foi vizinho de Lau lá em Orleans e a informação é que ele já morreu e assassinado. Parece um caso de queima de arquivo. Muito complicado.” <- essa informação não é verdadeira, sou sobrinho do Ladislau Borges ou Lauro Flausino, ele faleceu por problemas do coração. A informação acima que ele era o motorista da carreta em quem JK bateu e morreu é verdadeira.
    A minha avó Iracema Borges que é irmã dele ainda reside na cidade e os 2 filhos dele também Jessé Borges e Josias Borges.

  23. V. A. Purim diz:

    Olá Carlos Eduardo da Silva Nunes e Émerson Prates: Fico obrigado pela informação correta dada por você Carlos. Acho que meu primo fez alguma confusão ao dar a notícia como tivesse sido assassinado.
    O importante que você acudiu e deu a versão correta que a mim só resta agradecer. Qualquer dúvida podem voltar.

  24. Cleidy Larré Scolmeister diz:

    Boa tarde! Meu avó era de mãe luzia, Germano Scolmeister (acredito que o sobrenome foi modificado por alguma questão política ou mesmo exigência do cartório local) meu bisavó se chamava Jacob Skolmeisters e ele veio da Letônia mas não cheguei a conhecê-lo. Saberia me dizer se existe registro de sua vinda, família ou outro dado? Quero muito conhecer a Letônia e venho buscando informações de meus ancestrais. Adorei descobrir esse blog! Parabéns! Cleidy Larré Scolmeister.

  25. MiNHA AVÓ PATERNA CHAMAVA-SE EUGENIA SCOLMEISTER ,VEIO DA LETONIA .

    • Cleidy Larré Scolmeister diz:

      Olá! Sei que meus avós se chamavam Jacob e Eugênia…provavelmente eram os pais dos nossos pais…

  26. Beatriz diz:

    Meu bisavô se chamava alberto bocks, ele veio da letônia para o Brasil, aqui ele morou em Urubici, acho que ele é o mesmo alberto books que vi no blog, queria uma ajuda em saber se ele tem alguma ligação com o Pastor Karlos Stroberg e com a Lídia stroberg!!

    • V. A. Purim diz:

      Alô Beatriz. Acho que a Família Bocks veio direto para a localidade de Mãe Luzia. Portanto como eu sou nativo da Colonia Rio Novo no Município de Orleans tive poucas, melhor quase nenhuma informações sobre esta família. Sabemos que um Bocks casou com uma das lindas irmãs do Pastor Karlos Stroberg. Lá pelo ano de 1948 alguns da mocidade da Igreja de Rio Novo viajamos a pé atrávez da serra do Grão Pará e fomos passar uns dias em Urubici. Então fomos convidados para um lauto almoço na localidade de Aguas Brancas onde moravam os Bocks. Eles tinham uma turma de rapazes e uma moça muito linda. O meu irmão Valfredo se soltou para tentar namora-la, mas acho que ela foi muito educada e mandou ele passear. Mais tarde soube que os Bocks tinha mudado para Biguassu e tinham indústrias de telhas de barro. Agora eles tem um florescente negocio de diversas lojas para venda de telhas aqui em Curitiba. Você menciona o Alberto Bocks como seu bizavô então não pode ser este que eu conheci em Urubici no século passado. Continue a sua pesquisa e depois conte-nos.

    • Valdredo Arnaldo Bocks diz:

      Olá! Acho que vocês esta falando de meu pai, Alberto Bocks, com o passar do tempo mudou antes era Buchs, e de minha mãe Lidia Stroberg, sim irmã do pastor Karlos Stroberg. Éramos em sete irmãos, infelizmente o mais velho Edmundo já faleceu, hoje estou residindo em Santa Catarina, na cidade de Palhoça, Raimundo em Curitiba, Elmar em Biguaçu/SC, Nadina em São João Batista/SC, Oscar em Lages, este é gêmeos comigo que sou Valfredo, e tem o caçula Carlos este mora em Biguaçu/SC. Beatriz você é de que cidade? filha de quem?

  27. Beatriz Bocks diz:

    Realmente o Alfredo É da minha familia, você citou sobre as lojas de telhas e logo reconheci, pois ainda é um negócio de familia e meu pai trabalha lá. Meu avô se chama Raimundo, não sei se você chegou a conhecê-lo, mas obrigada pelas informações.

    • beatriz diz:

      Eu sou neta do Raimundo e filha do Claudio, queria saber mais sobre a família, então descobri esse site que é muito bom.

  28. Melissa Karp diz:

    Estou encantada com essas histórias, principalmente por saber um pouco mais sobre minha família.

  29. Fabio diz:

    Parabéns pelo site. Esta sendo muito interessante descobrir estas histórias. Minha mãe nasceu na Varpa, colônia Leta de 1922. Fui visitar o local, atualmente distrito de Tupã, é bem interessante. Por lá vivem ainda alguns letos e pode-se inclusive encomendar deliciosas cucas, roscas e biscoitos. Parece que estamos voltando no tempo … Por lá está um pequeno museo que apresenta histórias da imigração Leta e claro, a igreja Batista de Varpa. Minha mãe no entanto não conhece a história da minha vô. Sei que minha Vô nasceu em Massaranduba, SC, se chamava Ottilie Silman, filha de Eduardo Silman e Eda Witol e neta de Fritz Silmann, Pille Silmann, Ernst Witol e Anna Witol. Todos, ao que contaram-me Letos. Gostaria de entender melhor este passado. Alguma sugestão de onde/como devo procurar mais informações? Obrigado

  30. Amauri Barbosa de Carvalho diz:

    Olá sou conselheiro dos embaixadores do Rei na Primeira Igreja Batista de Bangu no Estado do Rio de janeiro, nossa embaixada tem o nome do Pr. Reynaldo Purim, meu motivo é saber mas da vida do Pr. Reinaldo, para esta passando para os nossos embaixadores. Tem algumas informações na igreja.

  31. Katia diz:

    Por acaso tem registro de alguém com sobrenome Bobins? Meu avô veio da Letônia e tinha esse sobrenome. Inclusive tenho cartas dele. Obrigada

  32. Passei quase 4 horas lendo aqui… encontrei meu sobrenome aqui.. Meu pai sempre falava que viemos da Letonia. Muito bom poder ver meu sobrenome aqui.

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