História de Emílio Andermann 5ª Parte

História de Emílio Anderman 5ª Parte –

M E M Ó R I A S
De Emílio Andermann
Traduzido do Letão
por Julio Andermann
Digitado por Laurisa Maria Corrêa
Anotações por Viganth Arvido Purim
Material gentilmente cedido por Alice Gulbis Anderman

“Leiam também neste mesmo Blog o artigo escrito por Julio Andermann que está em “Crônicas Históricas com o titulo de” Meu pai Carlos Anderman”

EM 7 DE FEVEREIRO DE 1920

O Pedro Skoolmeisters perdeu o juízo, e este fato deixou sobre mim uma forte impressão. Desapareceu simplesmente de casa sem dizer aonde iria. Então indagamos dos italianos da redondeza que deram o rumo para onde ele teria ido.
Preparamos um grupo de cavaleiros e levamos mais um cavalo para trazê-lo de volta e saímos em busca do fugitivo. Alguém o havia visto perambulando pela estrada sem chapéu. Outro falou que a pouca distância ele estava caminhando em círculo em torno de uma árvore.
Encontramo-lo sujo, rasgado, barbudo. Interpelamo-no, mas ele não nos encarou. Então convidamo-lo para seguir viagem em nossa companhia e ele aceitou. Foi assim que trouxemo-lo de volta para casa e eu fiquei pensando a que situação um estado de alma pode conduzir uma pessoa.

MAIS REUNIÕES E PROFETAS

Depois que a comitiva que tinha ido a Ijuí e a Linha Telegráfica voltou da sua missão; aquelas reuniões assumiram um desenvolvimento ainda maior. Eles dançaram e pularam como tanta intensidade que o ruído era ouvido até pelos vizinhos distante; certa ocasião urravam e berravam que aquela casa mais parecia um hospício.
A profetisa Ida comandava: “rodopiam mais rápido, mais rápido”. Isto atraiu um grande número de curiosos que aumentavam de número a cada noite. Era um espetáculo.

SINTO-ME NA OBRIGAÇÃO de descrever melhor e com mais detalhes o seu comportamento na reunião de 3a. feira do dia 17 à uma hora da madrugada. Quem fala é Ida:
“Simbrasa tora branda, luraisa brode sambranda. O João raisa. Sombrosa ridata golgota. Zelma tu em breve iras para a margem do rio Sombranda lê brauzasse sembodaria salasisa. Porta lau Cristo lê sombra. Terezia, uai, uai etc. a terror vira e tu não resistirás – desate o nó para liberdade. Pátria vigara i lezia doloiana: abrandando: cristado Cristos golgató. Ridado ainda. Para vos ainda deixarão uma e outra coisa¹: aba: Em Golgotá terminará a fila. Quem quer ir para o golgota? Nas ilhas desertas ficarão nus, morrerão de fome. A noiva de Cristo sofrera, terá de enfrentar até a morte. Rodolfo pluntieti:: Zelma tropa :: Krastia leja tropa. Goltan perseguirá a Zelma. Goltan dirá: “Zelma onde está a tua Kristo”. Haverá lágrimas :: Komedan :: Lidle cairá, chegara o diabo para enganar. Lidy pensa: “será que isto acontecerá”? (ta lidy t – beikts). E depois comanda mais entusiasmo!
¹ eu copiei tudo de acordo com a sua pronúncia temeroso de torcer a verdade.
Agora Aleks sonpá falará: Agora é ele quem fala: (eu apenas vou descrever os sons, as sílabas) Breve teremos sala, aparecerá o trio cristal. Siosa trino sama samadá, doida si brindola rikasta parada bra dalusi :: tária :: Este raisi prepara-te rápido. Saítes naks sambatei, tos citus dividei Kristus salasis. Ijuí Schosard, Korkans, galikis, Martins, honrams, mintoms, gimans, shirilaharts, ricarta (pensar em Ricardo Inkis) mova, osesoda. Na França serão crucificados, no Brasil mandarão para a Ilha. Te mandarão. Tubara sikarta traks. Rudolfs traks! Wel ainda não são todos; eles não são filhos de Deus. Morrerão, morrerão tolota tirak. Kristils, schursons, schorks. Baltak, vairak. Trim terá que ir. Rodolfo ainda mais. Ida zau, zau zau subrundú, tu 2 não.
Agora o Rodolfo tem de vira para o centro, comanda Ida. Agora fala Rodolfo (mas muito depressa) “Mais depressa no nosso meio Cristo vem! Kiri siri tovo to, kiri vara vai. Quem está amarrado aos bens terrenos? E quem não está! Quem sofreu pelo amor de Cristo? Não será a noiva de Cristo que sofrerá? Mais depressa, não temos tempo, mais clareza. :: Zigis manta::Rasies! Todos, todos na guerra de Cristo; quem sofrerá? Apenas os limpos. Aonde estão? Para onde mandará? Eles, eles booank vem como lobos. Os lobos vem em pele de cordeiro – atenção ! Comprai enquanto há tempo! Mas onde? Onde há fila? Eles mesmo se purificam. Ë necessário louvar mais”!

QUARTA FEIRA, A 1 HORA, DIA 18

A Ida da ordem para entrarem em fila e depois ela mesma fala: “Simbrasu lau raisa! Kristu selasombre! Lasa nongada in bara Kri. Selembra. Mana sida se bara krastos. Bara, bara Karstak. Lisa Kri sembra. (Então a Ida canta tomada do Espírito, bate palmas, arrasta os outros companheiros na onda no seguinte canto, dentro de um grande tumulto)”.
A Ida canta: “Aleluia zerasa, aleluia Barasá”. Para marcar cada compasso ela bate com o pé com força no assoalho e conduz todo este escândalo no ritmo de uma marcha. Com as mãos ela agita o ar, com a cabeça um pouco para trás enquanto curvando a espinha no mesmo sentido. Cantando ela muda os acordes em várias tonalidades e muitas vezes nem canta, ela ronca cada batida de compasso: há! Há! Há! Etc.
Passado um momento ela clama dentro do compasso: mais rápido! Rápido! rápido; quem não se apressar mais tarde chorará – é preciso que fiquem tontos. E desta vez eles corriam em círculo como um redemoinho de vento e a Ida era a animadora… e eu fiquei com muita raiva desta profetiza e resolvi, mais tarde falar com ela e exigir uma prestação de contas da sua conduta.
Os outros também cantavam. A minha mãe clamava: “Honra a Jesus, Gloria a Jesus; o Alexandre louva: “baisará al bairará, al selará.

A IDA ME AMALDIÇOA

Eu estava trabalhando quando a Ida de mim se aproximou, deu um sorriso triste e pergunta-me: “Como aconteceu isto que você deixou de entrar na roda”? “Tenho muitos motivos”, eu respondi; “será que por causa disto serei barrado no céu”?
Ida respondeu: “Você vai ver que esta atitude te afastará de Deus e nunca mais você terá paz na sua vida. Você pensa que vai encontrar paz e tranquilidade na Escola, mas lá você não a encontrará. Nunca mais você terá sossego em qualquer parte, nunca deixará de sentir remorso por causa da sua conduta”.
Então na minha imaginação eu via aquela mulher obrigando os meus familiares a participar daquele ritual louco e o sangue me subiu na cabeça e ainda hoje me lembro de que ela terminou esta entrevista exclamando: “Você bem sabe qual será o seu fim”!
Então com toda a calma eu encerrei esta entrevista dizendo:
“IDA, AGORA EU SINTO A PAZ”!

QUINTA FEIRA, DIA 19 A TARDE

Hoje à noite tudo aconteceu mais louco ainda. Outra vez dançaram aquele balé selvagem. A Ida gritava mais rápido, mais rápido; correndo ela mesma como se fosse um raio em torno do círculo. Quando terminou a dança então ela falava entrecortadamente por falta de ar profecias sem qualquer sentido: “Amanhã três vezes. O Filho perdoa, mas o Pai castiga. O Pai castiga, mas o Filho perdoa. Se estais envergonhados perante os homens então o Pai se afasta de vós. Não há mais tempo. O que foi feito, foi feito. Eu ser fraco – não serve de desculpas e este deve ir para o centro para orarmos por ele, durante três dias. Apertai a roda (o círculo) cada vez mais por que em breve seremos proibidos de orar, louvar. Mais depressa va, va, va, mais depressa. Haverá muitas lágrimas. Seremos perseguidos e parecerá que Deus nos abandonou e então Deus virá. Purificai-vos e louvai todos os dias. A esposa de Cristo está no círculo”. Aba, vai, vai, vai vai – e toda a congregação grita e geme em conjunto as mesmas sílabas.
Depois Ida (falando em voz natural) convidou todos a entrarem no meio do círculo para confessar os pecados antigos e manifestou um pensamento de que aqueles irmãos da Linha Telegráfica eram muito mais devotados.
Dito isto ela não deixou mais ninguém ir para as suas casas e durante vários dias ficaram confessando aqueles pecados.

LOUCURA

A noite chegou muita gente. Vieram italianos, alemães, letões. Também compareceu um médico. A varanda ficou lotada de povo. Eles pisaram os canteiros de flores, quebraram os vasos de flores e transformaram o jardim em chão pisado. Os garotos quebraram as venezianas para melhor observar o espetáculo. Mas inesperadamente a multidão foi tomada de pavor e precipitou-se para deixar o local. Abrimos os portões da varanda, mas esta abertura era insuficiente para dar vazão a tanta gente. Tentamos acalmá-los, mas não foi possível e isto nos deixou preocupados. Alguns estranhos portavam varas, outros deram tiros, gritavam. Mas os espiritualistas naquela fila em círculo avançaram dançando e pulando avançaram em cima daqueles expectadores surpresos que fugiam apavorados gritando: “possessos do demônio, possessos do demônio”. Alguns ameaçaram: “Vamos entrar a bala”.
Eu estava estarrecido de medo. Isto tudo me pareceu uma cena terrível. A Ida tinha a mão machucada sangrando, que ela somente enrolou depois do culto.
Dispersa a multidão eles voltavam sorrateiramente e jogavam abóboras dentro da sala. Esta noite também trouxe más consequências para mim. No dia seguinte o meu avô ralhou comigo e proibiu-me a colocar os pés na sua casa. Ele pensou que o João Klava, com o meu conhecimento organizou este bando. Eu chorava desesperadamente e procurava justificar-me. (esta parte vou continuar depois).
Numa outra noite os alemães se reuniram e apedrejaram o telhado da casa quebrando telhas.
A fala do Alexandre: Em agosto Rodolfo vai ler. Três ligações – limpas, limpas. Breve haverá ligações. Tirak – mandará 3 para as ilhas, três por três de cada vez. Te prepara, te prepara, seras mandado, seras mandado! Breve estará em casa (ele não consegue mais se expressar, ele sopra pelas ventas como se fosse um touro) há, há, há etc : : mais depressa : : prepara-te rápido, vai imediatamente (toda congregação uiva como lobos).
A fala agora será de Rodolfo, mas a Ida intervem: “Não você mesmo ainda falará, mas o Alexandre perdeu o fôlego”.

Agora que dá a ordem é a Ida e comanda: Fale Rodolfo. Ele então vai para o centro da roda e diz: “Tara tira na tora, lai taba vorsti. Vora para toro, kur santa bosa si. Labo barata vorta sara marta munu tikai bara. Lora tabovo toro, tikai tirak, 2, 2; te, te, 2, 2 varava siki karamara. Te, te, rinda. Te guli, guli :: Buri:: eles tem os bens terrenos :: Mandará:: – mandará outra vez – agora Ida fala tu mesma, diga que é isto Ida. Te, te, 2, 2, Rodolfo Ida, falem, falem”.
A Ida então uiva enquanto os outros oram para que fique tudo esclarecido.
Agora quem fala é Ida; os outros oram para que tudo fosse revelado com clareza. A Ida continua: “Com três ligaduras amarrados; :: neste ano:: lasas. Três liames amarrados. Ricar Glavolá Rio rá. É necessário que sejais prontos, mas ainda não estão.
Apronta te Lidy! Em volta há falsidade, bruxaria; aqui em volta não há ninguém. :: Prepara-te para não ficar no canto :: Irão para as ilhas. Zelma (Mely) vá para a margem :: calorosa::, não deixe ninguém entrar. Orai muito mais, se não, então quando houver perseguição fugirão. Fiel até a morte, este novo corpo será de Cristo. O demônio agredirá, torturará e tentará.
Zelma vai embora mais depressa. As duas lágrimas de Lídia (então ela geme ai, ai, ai). Os dois da Lídia permanecerão – em lágrimas vos não vira. A Ida então pula de quatro batendo as palmas no chão gritando: bro, bro, bro etc. Todos do grupo estão atentos. Ida continua: Elza, mais perto da Cruz de Cristo, por que lá todos pertencem ao Ricardo. Quem não quiser ouvir, este ficará nas trevas! Em todas as coisas obediência. Se tiverdes alguma coisa a revelar então falai com toda a fé aconteça o que acontecer. Para a margem, mais rápido embora chorando. Lutai, louvai! Louvai! Louvai! (agora todos estão dançando em círculos na roda) e ela anima mais rápido mais rápido, etc”.

A VISITA DE JEKABSON – NO DIA 15

Desde o momento que o observei, no mesmo momento imaginei que através da sua oração me advirá algum benefício. E foi o que aconteceu de verdade.
Na minha escura noite triste e cheia de dúvidas amanheceu uma brilhante alvorada ensolarada.
Ele me convidou para eu ir junto com ele para a Nova Odessa em São Paulo; lá eu poderia ir a escola para estudar. Sem qualquer demora aceitei o convite e declinei aquele convite de João Klava para ir a Paranaguá. Tenho a impressão de que ele não gostou muito; mas eu louvava a Deus por que ele ouviu as minhas preces e abriu este caminho para mim, uma oportunidade sobre a qual não havia nem sonhado.

OS PROFETAS VIAJARAM OUTRA VEZ PARA IJUI

E outra vez eu os conduzi para Campinas de carro. Era um tempo chuvoso e a estrada estava cheia de lama. Observei que Rodolfo e a Ida sempre ficavam juntos. Conversei com Alexandre sobre alguns assuntos triviais.

MÊS DE MARÇO

Mal os profetas haviam viajado todos aqueles excessos desapareceram e as reuniões se realizavam em ordem. Os meus pais me presentearam com 300$000 (trezentos mil reis) de um dinheiro que receberam pela venda de uma terra para o Burigo para me ajudar nas despesas da viagem. Vendi também a parelha de mulas para o Ernesto de Rio Novo por 200$000. Depois ainda combinei limpar todo o pasto e ganhei mais 80$000.

MAIS UMA VEZ EM RIO NOVO

A tia Lina falou comigo que desejava viajar para Orleans onde consultaria um médico; se eu não poderia levá-la com três filhos, que assim nós também poderíamos assistir as festividades da Igreja Leta em Rio Novo. Eu concordei.
Outra vez gozei momentos de satisfação perambulando pelas montanhas daquele local.
O Filipe também nos acompanhou; ele havia me ajudado limpar o pasto e agora estava conduzindo as mulas que eu havia vendido.

POUCO ANTES DA MINHA VIAGEM

Meu pai tinha abandonado montes de velhos jornais e revistas e eu estava vendo se aproveitava alguma coisa.
Pela porta entrou Elza. Observei que estava se passando alguma coisa errada com ela. Então, chorando, ela me contou que abandonou aquele círculo por que não permitiram que ela orasse pelos pais dela. Eu a apazigüei, disse para ela firmar neste propósito e para ela não dar ouvidos ao que diziam os espiritualistas; para ela depositar toda a confiança em Deus e tudo sairá bem e que Ele não abandona aquele que humildemente pede a sua proteção.
Ela se tranqüilizou e foi convidada para ir morar na casa dos Books.
Já estava arrumando a minha mala de viagem com muita tristeza de ter que me separar da família.
O meu avô me quis demover desta viagem ele me aconselhou que eu viveria muito melhor cultivando as terras do meu pai, por que aqui, longe da civilização eu estaria muito mais seguro quando chegassem aqueles dias tenebrosos.
Com os 80$000 comprei fazenda e a minha tia Lídia e minha mãe costuraram o meu enxoval.
Embora isto estivesse rigorosamente proibido pelos espiritualistas a minha irmã Lídia também veio me ver as escondidas. Ela estava muito triste e cheia de dúvidas sobre aquela seita. Ela mostrou o desejo de me acompanhar.
Os meus amigos prepararam uma despedida onde a minha irmã Lídia também estava presente. Foi uma despedida triste. Amanhã Alberto nos conduzirá para a estação.

7 DE MAIO, SEXTA FEIRA AS 9 HORAS

Despedi-me dos familiares. O meu avô e a minha avó disseram que certamente não os encontraria mais com vida, e nos seus olhos brilhavam lágrimas.
O meu pai havia se ausentado (talvez propositadamente) a minha mãe chorava convulsivamente e no seu rosto pálido eu notei sentimento de dor pela separação do filho. A minha irmã Lídia estava alquebrada, ela não sabia o que fazer nesta conjuntura, e dando-me a mão em despedida disse que lamentava não poder acompanhar-me. Teófilo, Claudia e o pequeno Julio me acompanharam até a nossa casa antiga. Meu coração estava quebrantado, mas eu dominava cada lágrima para não influir na tristeza dos outros; para vencer tudo sem derramar uma lágrima, resolvido a comportar-me com tranquilidade e sossego.
De longe ainda observava Mãe Luzia ao atravessar as montanhas de Urussanga. Da minha vista ela desapareceu, mas o meu coração sempre lá estará onde moram os meus pais.
A minha viagem para Nova Odessa eu descrevi outro caderno. (próximo)

NOVA ODESSA 18 DE MAIO DE 1920

As primeiras impressões assim as descrevi:
Nova Odessa é um lugar bastante aprazível, ligeiramente ondulada em colinas e planícies que se poderia até afirmar que ela é plana. Quase não existem florestas, também não existem capoeiras, por este motivo pode-se observar o horizonte ao longe. O ar é puro, mas o que impressiona mais é a fertilidade do solo, embora numa observação superficial, tudo parece seco; dando impressão de que aqui nada cresce – mas cresce, e muito bem.

EM 23 DE MAIO

Fui admitido na União de Mocidade da Igreja Batista e no dia seguinte comecei a frequentar a Escola. Não pude participar de nenhuma classe por causa da minha idade, então estudei como ouvinte. Não conhecia as regras gramaticais. A língua inglesa parecia muito difícil; mas apesar destas dificuldades brevemente já estava no meio do curso e agora já estou na última classe. Fiz muito progresso.

Terminei de escrever este caderno em 2 de novembro de 1921. Com muito cuidado eu escolhi trechos do meu diário. Meu desejo é de que cada experiência vivida não caia no esquecimento por que “A VIDA É UMA ESCOLA”. Dos acontecimentos passados é formada a vida futura e vivendo alcançaremos o nosso desenvolvimento.

FIM DO PRIMEIRO CADERNO

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