Ludvig Rose com sua segunda esposa

Deve ser de antes de 1925, pois foi ano em que ele faleceu. Ludvig Rose, jornalista do Deutsche Zeitung em São Paulo, era irmão de Lizete Rose.



8 comments on “Ludvig Rose com sua segunda esposa

  1. Beatriz Silke Rose diz:

    A foto não pode ser de meados da década de 30. Meu avô Ludwig Rose faleceu quando meu pai (Victor Gerhart Rose – 04/01/1918 – 16/12/2004) tinha 6-7 anos de idade.

  2. V. A. Purim diz:

    Oi prima desculpe a nossa falha. Obrigado pela colaboração. Abraço também na querida Waldtraudt. Até a próxima.

    • Beatriz Silke Rose diz:

      Eu que tenho que lhe agradecer por este trabalho lindo. O abraço será dado. Bjs.

  3. THOMAS ROSE diz:

    Srs. Paulo e Viganth

    Creio que sejamos parentes, tendo em vista que na foto estão meu avós paternos Ludwig e Magdalena.

    Abraços

    Thomas Rose (filho de Rodolpho Gunther Rose e Norma Rose)

    • Beatriz Silke Rose diz:

      Sim, Thomas, somos todos parentes! Viganth é primo por parte de Lizete, nossa tia-avó (irmã do Opa Rose)!
      Abraço da tua prima,
      Beatriz

    • V. A. Purim diz:

      Olá primos distantes. Fiquei muito feliz em encontrar mais parentes da minha falecida avó Lisete Rose casada já no Brasil com Jahnis Purim. Ela tinha muita admiração pelo irmão chamado Ludwig que deixou uma longa história, até se tornar uma pessoa muito importante no jornalismo em língua alemã em São Paulo.
      A Beatriz e a Dª Waltraud já tem mais informações sobre a nossa família aqui no Sul e esperamos ter mais oportunidades para conhecermos melhor e trocarmos informações sobre a origem alemã ou leta do Jehkabs pai da Lisete e do Ludwig que foi o meu bisavô.
      Por favor pesquise nas informações do nosso Blog onde em diversas ocasiões são mencionados os Rose.
      Aquele abraço.
      Viganth Arvido Purim
      vapurim@onda.com.br
      vapurim@gmail.com

    • THOMAS ROSE diz:

      Prezado Sr. Viganth

      Foi muito interessante e gratificante encontrar o blog e, a partir desse, informações e fotos do meus avós Rose. Em especial para mostrar aos meus dois filhos (sendo que ainda há semelhanças físicas entre essas gerações no meu entender).

      Meu pai, como meu avô Ludwig, morreu cedo (55 e 45 respectivamente), mas sendo órfão ainda criança e em época onde as fotos não eram fáceis como hoje, quase não tinha imagens do próprio pai. As que vi, talvez tenham sido até essas (aquela dele com cabelo, digamos, espetado nunca vi). Não guardei nenhuma, pois ou ficaram com a minha avó Magdalena (que faleceu depois do filho caçula) ou com minha mãe.

      Acho que meu avô merece destaque, pois, pelas histórias de minha avó, teria decidido por uma vida totalmente diferente daquela que seria natural para ele e se transformou em jornalista e consolidou sua formação intelectual de forma autodidata. O que revela vocação, independência determinação e auto-confiança, qualidades hoje valorizadas, mas que no começo do século XX costumavam dar dores de cabeça em família.

      Quanto à importância dele, meu pai sempre recomendava eu dar um desconto nos relatos de minha avó, que segundo ele “Sua avó considerava o meu pai um ídolo, daí geralmente exagerar nos relatos sobre o esposo”.

      Mas certamente na imprensa da colonia era bem conhecido, pois achei um artigo sobre ele no jornal alemão, décadas (quatro suponho) depois de seu falecimento, de autoria de um amigo de redação. Para repassa-lo ao blog teria de procurar de novo…

      Abraços e obrigado pelo retorno.

      Thomas Rose

  4. THOMAS ROSE diz:

    Olá Beatriz, tudo bem?!

    Sua mãe ainda na ativa na tradução e na associação?

    Achei esse blog sobre a colonia leta meio por acaso (procurava outra coisa na web).

    A avó Magdalena sempre referenciava nosso falecido avô como cidadão alemão. Talvez tenha sido assim mesmo, pois os países bálticos nem sempre foram países de fato e respondiam a outras nações e durante um período foram território germânico.

    Em todo caso, quanto aos Rose:

    a) em São Paulo há outro Thomas Rose, um designer que sua mãe chegou a conhecer devido a uma tradução, sobrinho de um outro Rose (de Atibaia).

    Provavelmente parentes, pois ele conta a mesma história que nossa avó do motivo de não sermos Von Rose, devido a um episódio familiar acontecido na Letônia. E ele levantou a árvore genealógica dos Rose dele chegando até a Suécia na parte historicamente mais distante (o que também coincide com as conversas da nossa avó);

    b) por uma coincidência quase de cinema, fruto de um comentário inocente de um porteiro de um condomínio aqui na Serra da Cantareira e que seria longo aqui explicar, descobri que no máximo a uns 500 m de minha casa vinha visitar regularmente um morador conhecido um outro Rose, de origem sul-africana, radicado em São Paulo há décadas.

    Provavelmente parente também, pois uma parte veio ao Brasil e outra foi para a África do Sul criar avestruzes, conforme informações da vó Magdalena e de meu pai, confirmadas por uma amiga que foi visitar aquele país nos anos 70 e checou essa história. Provavelmente o ramos sul-africano seria de um tio, por intermédio de pai, de nosso avô Ludwig.

    Talvez vocês o conheçam, Eu não, pois o morador que o recebia, não cumpriu a promessa de nos apresentar, pois faleceu logo depois de comentar comigo “fiz a pergunta e a família dele realmente criava avestruzes”. Mas um dia perguntarei à viúva;

    c) numa das cartas nosso avô fala de perigos que passaram e destruição da gráfica. Talvez seja aquele episódio que o levou a fugir para a região de Taubaté e ligado a um testemunho que deu num caso de homicídio (ou um artigo que escreveu em defesa). A convocação para esse testemunho encontrei uma vez no acervo web histórico do Estadão;

    d) Bruno (Engenheiro – quase 28), Igor (Economista, quase 22) são meus dois filhos. Wilma minha esposa;

    Abraços

    Thomas Rose

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