Lá foi até a meia-noite | Robert Klavin a Reynaldo Purim

Invernada, 04-11-18

Querido amigo,

A tua carta escrita no dia 13 de outubro recebi na semana passada. Muito obrigado. Agora vou escrever contando da nossa viagem para Mãe Luzia no mês passado, ou melhor, no dia 9, com a finalidade de juntos festejarmos o Jubileu de 25 anos de organização da Igreja Batista lá. Nós do Rio Novo éramos quatro: o professor, Franzis, eu e o August. No começo da viagem apanhamos uma grande chuva, mas que não nos deteve. Dormimos em Urussanga e no outro dia chegamos ao nosso destino. O pessoal de lá ficou com olhos arregalados com a nossa chegada, com um tempo tão fechado e sombrio. No outro dia fomos direto para J. Klawa para a festa. Chegaram todos que puderam. Ali foram apresentados saudações, hinos, coro de guitarras com suas apresentações musicais e assim a festa transcorreu muito agradável. A noite foi nos Andermann, e lá foi até a meia-noite. E na quinta-feira de noite também foi nos Akaldamenn, tão longa outra vez… Nesta mesma quinta-feira fui convidado para cavalgar até os Napalhem, e no domingo estes últimos me convidaram para dirigir o culto de domingo. Foi um grande culto que vou descrever em outra oportunidade. Nós no Rio Laranjeiras estamos nos aprontando para as festas. Agora do Arthur nada sei. O Theodoro está morando em Nova Odessa e ele vai muito bem. Muitas lembranças dos meus e minhas próprias. Teu Roberto Klavin.

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