São poucas as que chegam | Olga Purim a Reynaldo Purim



Querido irmão,

Hoje recebi a tua carta escrita no 1° de abril. Muito obrigada. Escreves que mandaste uma carta para o Papai, e esta não recebemos. Recebemos apenas uma carta escrita do Rio para a Mamãe e aquelas que escreveste de São Paulo. Mandei uma carta no dia 30 de março, junto com um pacote contendo dois chapéus. Você já recebeu? Aqui estamos todos bem e estamos com saúde. Agora, quando chegar em casa [em Rio Novo] vou escrever uma carta de verdade para você. Não se preocupe demais com as cartas suas que não chegam aqui: são poucas as que chegam. Muitas lembranças de nós todos.

Olga

Orleans, 13 de abril de 1917



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